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O que significa a palavra VEGAN?


     A palavra  vegan  é uma corruptela de  vegetarian, ambas em inglês,
e foi usada pela primeira vez por uma sociedade vegetariana britânica - por volta de 1940.
 
O termo vegan começou a ser conhecido no Brasil através de sua pronúncia estrangeira: falando-se 'vígan', mas é válido ressaltar que não devemos intensificar a pronúncia do estrangeirismo à vaidade da figura de linguagem deste termo em questão; aliás, não devemos nos envaidecer por praticar nenhum "ismo", porque o veganismo é um aprofundamento do vegetarianismo, não sendo a meta última da vida nem um fim em si mesmo,
portanto, o termo vegano é mais adequado à língua portuguesa e ser vegano é estar consciente de que a exploração animal é um equívoco e precisa ser minimizada o máximo possível - melhor do que isso é a abolição completa!

O veganismo é uma filosofia de vida que estabelece uma conduta prática de boicote para excluir do consumo do ser humano qualquer produto ou alimento que tenha origem animal ou utilize animais em testes durante sua fabricação. Um dos principais fundamentos que tem levado vários indivíduos adotarem o veganismo tem sido de ordem ética. Entretanto, há várias outras questões que complementam e justificam o veganismo, por ex.: questões metafísicas, morais, científicas (com relevância à saúde), filosóficas, ecológicas, econômicas etc.

O veganismo pode ser praticado por qualquer pessoa, independente de idade, sexo, etnia, religião, ideologia etc. Tal postura exige uma transformação de consciência e uma mudança no estilo de vida moderno que procura excluir - tanto quanto possível - as formas de exploração animal.
Felizmente, o veganismo vem, aos poucos, conquistando várias pessoas, sendo feita com entusiasmo e dedicação, disseminando-se pelo mundo. Aqui no Brasil, há veganos(as) como o Dr. George Guimarães e a Dr. Cristhina Izidoro, ambos nutricionistas; os biólogos Sérgio Greif e Thales Tréz (autores do livro "A Verdadeira Face da Experimentação Animal": ); a socióloga Marly Winckler, presidente da Sociedade Vegetariana Brasileira e moderadora da lista de discussão "veg-brasil"; a professora universitária Raquel Cristina dos Santos Pereira; o advogado Felipe Chehuan, straight edge e vocalista da banda Confronto; o empresário Christopher Silva; o autor deste artigo e vários outros ativistas... vêm fazendo um bom trabalho de divulgação, cada um fazendo a sua parte com mente aberta e força de vontade.

Os veganos(as) boicotam qualquer coisa que promova a exploração dos animais:

Roupa:
usar couro animal, seda, lã, penas e ornamentos com ossos, marfim etc.

Comida:
comer carnes, peixes, ovos, consumir leite e seus derivados, mel e outros alimentos de origem animal ou que contenham substâncias de origem animal.

Produtos:
usar cosméticos, sabonetes, pastas de dente, perfumes ou qualquer outro produto que tenha sido testado em animais ou que contenha substâncias de origem animal.

Objetos:
usar cortinas, tapetes, almofadas, cobertores, travesseiros, escovas, pincéis, vassouras ou qualquer outro objeto que contribua para a exploração dos animais.

Lazer:
fotografar com máquinas que não sejam digitais, freqüentar circos com animais, rodeios, zoológicos, farras do boi, rinhas de cães e galos, caçar, pescar ou fazer qualquer outra atividade considerada como lazer que contribua para a exploração dos animais.

Medicamentos:
usar remédios, vacinas ou qualquer outro medicamento que tenha sido testado em animais ou que contenha substâncias de origem animal.



- Postado por: Proterora dos Animais às 10h09
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Essa lista mostra nossa firmeza no boicote às atividades que contribuem para o sofrimento de inúmeros animais. Todavia, ninguém consegue ser 100% vegano(a) na sociedade moderna, pois cada tipo de boicote é analisado de acordo com a circunstância e o contexto em particular que se situa o vegano(a), como, por ex.: se for necessário consumir algum alimento de origem animal num lugar que não tenha nada para comer sendo o seu consumo inevitável para a sobrevivência, não há problema, embora não seja necessário para o desfrute do paladar (tendência que promove apego ao paladar pervertido). Semelhantemente, em outra circunstância que envolva alguma situação necessária à sobrevivência, o vegano(a) pode traçar o limite de seu boicote para não incorrer no fanatismo nem no comodismo - lados opostos da mesma moeda. Seguir estes extremos significa falta de equilíbrio!

Pergunta pertinente: e quanto aos empregos das pessoas que dependem da exploração animal?
Resposta inteligente: não precisamos nos preocupar, pois não vamos criar mais desemprego por não consumir coisas que promovam o sofrimento dos animais, porque estaremos contribuindo à geração de empregos para outras pessoas ao consumir os produtos de seus concorrentes - eis uma opção sensata à comercialização ética! Não é à toa que estão surgindo vários restaurantes vegetarianos nas cidades; surgindo empresas que não fazem vivissecção, isso para não mencionar as que estão deixando os testes em animais de lado através de métodos científicos que substituem tal crueldade; surgindo escolas que promovem a proteção aos animais dentro de suas propostas pedagógicas; surgindo comunidades rurais que desenvolvem um estilo de vida simples sem explorar os bichos etc.

Uma outra objeção que nossos negadores levantam contra o veganismo é que os veganos também matam plantas.
Em resposta, posso dizer que alimentos como frutas, nozes, cereais, castanhas não requerem nenhuma matança.
Entretanto, é muito difícil uma alimentação que não danifique alguma forma de vida.
Comer vegetais é uma tendência natural do ser humano, e como precisamos comer para sobreviver, escolhemos alimentos que têm a menor consciência para não lhes trazer sofrimento.
Inclusive, agradecemos ao trabalho de inúmeras pessoas na produção e na comercialização dos alimentos vegetarianos.
Sendo assim, a transformação multifatorial à benevolência alheia estendida aos animais está ocorrendo sob diversas justificativas.

Todavia, há outras classificações vegetarianas:

Ovo-lacto-vegetariano(a) - é o tipo mais comum de vegetariano. Recusa carnes, mas consome ovos, leite e seus derivados.

Ovo-vegetariano(a) - consome ovos, mas recusa carnes, leite e seus derivados.

Lacto-vegetariano(a) - consome leite e seus derivados, mas recusa carnes e ovos.

Frugívoro(a) - não consome raízes, alimenta-se de frutos, nozes, castanhas, amendoim e outras sementes...

Crudívoro(a) - alimenta-se única e exclusivamente de vegetais crus.

Os semivegetarianos não fazem parte dos vegetarianos, porque eles podem ser considerados como onívoros, já que abrem exceções para carnes brancas (aves e peixes).
 
Já os macrobióticos podem ser onívoros ou vegetarianos!   
 
 
 
Por Charles de Freitas Lima (graduando em Educação Física).
                                         Fonte: http://www.guiavegano.com/artigos/charles/index.htm
  


- Postado por: Proterora dos Animais às 10h08
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